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De onde é a foto?

Ricardo Rodrigues ZAP

Membro Conhecido
qual o nivel de dificuldade que querem???

1-baby
2-fraquinho fraquinho
3-dá pa todos
4-perito geográfico
5-olho de falcão
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10- (10 dias depois) ahhh OK... já podias ter dito que não era no planeta Terra
 

Ricardo Rodrigues ZAP

Membro Conhecido
Nivel 3

A foto está uma porcaria porque foi com telemóvel...



Ajuda:
Em outros tempos, na cidade havia vivido um arcebispo malvado.. Ele era um sacerdote avaro, que “abria a mão mais para bendizer que para dar”, e que em um ano ruim para a agricultura comprou todo o trigo da colheita para revendê-lo mais caro ao povo, pois ambicionava a riqueza, não importando os meios. A miséria foi tal que os colonos morriam de fome nos povoados ao longo do rio, que como última alternativa, reuniram-se ao redor do burgo, chorando e solicitando pão. Pão esse que o arcebispo lhes negou.
O povo faminto não se animava a dispersar-se e continuava rodeando o palácio do arcebispo, gemendo. O arcebispo, enojado, mandou que seus soldados aprisionassem a todos. Homens, mulheres, velhos e crianças foram encarcerados numa torre, a qual foi incendiada. Foi, “um espectáculo ante o qual até as pedras se puseram a chorar”, enquanto o arcebispo não fazia mais que rir. E quando aqueles infelizes, expirando entre as chamas, lançavam gritos lamentáveis, este disse: “Estão ouvindo os ratos a assobiarem?”
No dia seguinte, da torre fatal só restavam cinzas; não havia ninguém na cidade que parecia morta e deserta quando, de repente, uma multidão de ratos, que pululavam na torre queimada, saíram de debaixo da terra, surgiram de entre as lousas, saíam pelas rachaduras dos muros, renasciam sob os pés que os esmagavam, se multiplicavam sob as pedras e debaixo dos porretes, e inundaram as ruas, a cidade, o palácio, os sótãos, as salas e os quartos. Era um flagelo, uma praga, um formigueiro repugnante.
Fora de si, o arcebispo abandonou a cidade e fugiu para o campo, mas os ratos o seguiram. Procurou refúgio em outra cidade que possuía altas muralhas, em vão. Os ratos passaram por cima dos muros e entraram na cidade. Então o arcebispo ordenou a seus servos que construíssem uma torre no meio do Rio e refugiou-se ali com a ajuda de um bote, em torno do qual dez arqueiros golpeavam a água. Os ratos não se intimidaram. Lançaram-se na água. Cruzaram o rio e escalaram a torre. Lá dentro, roeram as portas, o telhado, as janelas, o assoalho e, alcançando por fim a masmorra na qual o famigerado arcebispo havia se escondido e o devoraram vivo.
Agora a maldição do céu e o horror dos homens pesam sobre esta torre chamada (isso quero eu saber). Encontra-se abandonada, em ruínas no meio do rio e, às vezes, à noite, se vê escapar dela um estranho vapor castanho que parece a fumaça de uma fogueira. No entanto, trata-se da alma do arcebispo que regressa mais uma vez...
 
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