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[Report] Zânzibar: a ilha das especiarias

Deni

Membro Conhecido
Fugir do frio e descobrir novas paisagens naturais são os principais objectivos quando vamos de férias. Poder juntar um destino tropical de praias maravilhosas, boa comida, um povo simpático e alegre apesar de todas as dificuldades por que passam, tornaram esta viagem especialmente marcante.
A viagem ideal seria juntar Zanzibar a um safari, mas a falta de dias disponíveis e de plafond, adiaram o safari pra outra altura e ficamo-nos só por Zanzibar.
Viajámos no final de Fevereiro de 2019 e juntamos a esta ilha, dois outros destinos que não estavam inicialmente programados e dos quais ficaram óptimas memórias.

Milão
Há tanto tempo que esta cidade europeia estava na mira... Descartada por muitos e adorada por tantos outros, queria poder tirar as minhas próprias conclusões.
Aproveitando o facto de os voos para Zanzibar ficarem substancialmente mais baratos a partir desta cidade, marcamos um voo bem cedo para poder aproveitar praticamente um dia inteiro a explorar a cidade.
Chegados ao aeroporto de Malpensa, apanhamos um autocarro para a estação central, que demora cerca de 1h e custou 14€ ida e volta por pessoa.
Não havia grandes roteiros para Milão, apenas ir até ao local onde tudo acontece: à praça do Duomo.



Compramos bilhetes para subir ao terraço e aproveitamos a manhã para admirar a arquitetura gótica.







 

Deni

Membro Conhecido

As galerias Vittorio Emanuele mesmo ao lado do Duomo estavam repletas de gente bonita, como que a desfilar numa passerelle, ou não estivéssemos nós na cidade e na semana da moda...
Por fim e depois de comer um belo gelado, descemos pelas ruas de Milão em direcção ao Castelo Sforzesco, onde iriamos terminar a nossa tarde antes de voltar ao aeroporto para um novo destino.




Omã
Os voos que compramos pela Oman Air proporcionaram-nos um stopover de 14h em Muscat, capital de Omã. Apesar do receio inicial em alugar carro num país tão diferente, esta tornou-se a melhor opção pois o curto tempo aliado aos preços praticados pelos guias locais tornariam o stopover quase impossível para nós.
A primeira paragem e a mais desejada seria na Sultan Qaboos Grand Mosque. Uma vez que esta só está aberta para não muçulmanos até às 11h da manha, teríamos de aproveitar bem o pouco tempo que tínhamos.




A entrada é gratuita mas há que respeitar a sua religião e como tal, os braços, pernas e cabeça das senhoras devem ser tapados, assim como também os homens não podem entrar de calções nem de t-shirt de cavas. A saia que escolhi para entrar na mesquita pelos vistos não era suficientemente comprida e acabei por ser recambiada para uma lojinha onde se alugam ou compram abaias para nos tapar convenientemente. Por pouco mais de 5€ (2.5 OMR) vesti-me de acordo com os costumes o que tornou a visita a esta mesquita ainda mais especial...











 

Deni

Membro Conhecido
As 11h chegaram rápido e a próxima paragem seria a zona de Muttrah, onde o Souq chama alguns turistas, principalmente os que chegam nos cruzeiros que por aqui param.
Não costumo trazer muitos souvenirs das viagens que faço mas desta vez não resisti! Dos artigos mais atrativos contam-se entre lenços, perfumes, joalharia, incensos e cerâmicas.







A presença da influência portuguesa em Omã é uma constante e o forte de Muttrah é um exemplo disso. A visita a este forte é agradável principalmente tendo em conta as vistas que se tem lá de cima.





Depois de almoçarmos pela zona e de passarmos pelo maior queimador de incenso do Mundo, a nossa tarde iria acabar a relaxar nas dependências do Hotel Al bustan Palace pertencente à cadeia Ritz. Este hotel proporciona um day pass, que inclui a utilização das piscinas, espreguiçadeiras, toalhas, acesso à praia e ao fitness center. Era o que precisávamos depois de quase 2 dias sem ir a cama.
Daqui fomos diretos ao aeroporto, onde iríamos apanhar o último voo até ao nosso principal destino: Zanzibar!



 

Deni

Membro Conhecido
Zanzibar:

Jambiani
Saímos de Stone Town mais cedo que o previsto, sob uma forte chuvada que ameaçava estragar-nos a nossa ideia de férias num paraíso tropical.
Chegamos a Jambiani praticamente à hora de almoço, altura em que o mar tinha recuado de tal forma que para se poder tomar banho teria se de andar umas boas centenas de metros.
A maré baixa aqui em Jambiani forma pequenas poças de água onde as mulheres da ilha apanham e põe a secar algas que depois vendem, ganhando assim o seu sustento.




Ficamos alojados no hotel The Spot, com um quarto com uma vista fenomenal e que todas as manhãs nos permitia ver nascer o sol sem sair da cama. A piscina do hotel foi fundamental para nos refrescarmos do tórrido sol aquando das marés baixas. É algo a ter em conta se se pretende ficar na zona este da ilha, onde o mar recua e sobe muito. O mesmo já não acontece na zona norte da ilha, onde ficaríamos dias mais tarde.
Quando a maré começa a subir e as pequenas poças se começam a encher de água formando poças gigantes, deixávamos a piscina e íamos a banhos na água mais quente que alguma vez experimentamos.






No final do primeiro dia em Jambiani, fomos atraídos por umas pequenas cabritas que andavam soltas num caminho atrás do nosso hotel. Depois de tirarmos umas fotos, continuamos a deambular e demos por nós no meio da pequena vila local. Imensas crianças aproximavam-se de nós curiosas e pediam "caramelos"... Os adultos tinham sempre um sorriso ao saudar-nos com um "Jambo"... mesmo ao início da noite, sem estradas alcatroadas, sem electricidade nas ruas, a pequena vila estava cheia de vida. Ao longo do dia e também da noite, eram várias as vezes que se ouviam os chamamentos da pequena mesquita.




 

Deni

Membro Conhecido
Encontrámos um simples restaurante local, onde tivemos um primeiro contacto com a comida swaili. A primeira refeição que fizemos no nosso hotel quando chegamos a Jambiani, foi também a última, pois a partir dali com os sabores intensos das especiarias e do cocô que os locais tanto usam para cozinhar, não quisemos outra coisa e o melhor de tudo: muito mais barato.
Tudo nesta ilha é feito com muita calma, portanto é normal esperar bastante tempo pela refeição. Como eles dizem: "pole pole" que é como quem diz o nosso "devagar devagarinho"...
Os 3 dias em Jambiani passaram a correr. Entre banhos quentes de mar e a comida local, esta zona foi especial para mim por ser ainda tão pouco explorada a nível turístico. Se tivesse que definir Jambiani numa palavra seria: autêntica...








 

Deni

Membro Conhecido
Matemwe

Seguimos a nossa viagem em direcção a norte, mas ainda ao longo da costa este da ilha.
A aproximadamente 20 minutos de Jambiani, está localizado um dos cartões postais de Zanzibar, o The Rock.
O The Rock é um restaurante que tem a particularidade de estar situado em cima de uma rocha no meio do mar, quando a maré não está vazia. Bem cedo pela manhã e já 3 homens abasteciam o restaurante de frutas e outros alimentos para o dia. Ficamos por ali pouco tempo e seguimos novamente viagem em direcção a Matemwe.




Matemwe tem também uma grande variação das marés, mas as cores do mar conseguem ainda ser mais bonitas que em Jambiani. O seu areal extenso convida a uns longos passeios, não fosse o calor insuportável que se faz sentir durante todo o dia. Não sei se é essa a razão, não se vê quase ninguém nas praias, tirando um ou outro Masai que por ali andam a tentar vender as suas bugigangas aos poucos turistas que veem passar.
Muitos dos turistas que visitam Matemwe fazem-no pela proximidade à ilha Mnemba, que dizem ser a melhor zona para mergulhar ou fazer snorkel em Zanzibar.




Ficamos no hotel Zanzibar Bahari villas por 2 noites e mais uma vez o descanso foi a palavra de ordem.
Resolvemos não fazer mais nenhuma excursão além da que já tínhamos feito e pesquisado a partir de Portugal: a blue safari. Este tour incluía visita a um sand bank, onde aproveitamos também para comer uma grande variedade de frutas preparadas pelo guia, seguido de uma paragem numa zona de corais para snorkel, indo depois para uma praia onde almoçamos peixe e marisco, com bebidas incluídas. No fim visitamos um baobab gigante nessa mesma ilha e depois regressamos ao hotel. É um tour que dura o dia inteiro mas como o sand bank e praias que visitamos ficam um pouco longe, demora-se imenso tempo de barco e parecia que os turistas que não vimos nos dias anteriores, estavam todos concentrados aqui. Este tour pode-se fazer a partir de qualquer uma das zonas onde estivemos hospedados na ilha.







As tours em Zanzibar, apesar de serem sempre regateáveis, são bastante caras quando comparadas com as tours em qualquer país asiático. Esta custou-nos 35$ cada um, depois de muito regateada. (No nosso hotel pediram como preço inicial 80$/pessoa).
Também aqui encontramos um restaurante local, com uma óptima cotação no tripadvisor: Furaha, onde viemos 2 vezes para novamente nos deliciarmos com as iguarias locais, aliando ainda uma longa conversa com os empregados que acima de tudo estão lá para nos entreter e dar a conhecer um pouco da vida na ilha. Totalmente recomendado!


 

Deni

Membro Conhecido
Nungwi

O nosso último destino antes de voltar a Stone Town seria Nungwi, a zona mais turística de Zanzibar.
Aqui não faltam hotéis, restaurantes, pequenas lojas de comércio de souvenirs, mas o que tem mesmo de sobra são os conhecidos "beach boys"...
Assim que pusemos o pé na areia da praia de Nungwi, ainda meios ofuscados com a cor do mar, somos abordados por um jovem que nos propõe uma das várias tours. Depois de lhe dizermos que não estamos interessados em nenhuma, pergunta-nos para onde vamos a seguir e que nos pode arranjar um taxi. Declinamos mais uma vez, dizendo que já temos o serviço contratado com outra pessoa. Ele não desiste de nos tentar "vender" qualquer um dos seus serviços e termina perguntando baixinho se não queremos haxixe (ou cocaína ou marijuana)... Dizemos que não, agradecemos e seguimos para outra zona da praia, onde vamos ser abordados mais umas dezenas de vezes por outros tantos jovens que com a mesma ladainha tentam a sua sorte. São chamados de "papazi" que em swaili significa parasita e tal como uma carraça, colam-se aos turistas tentando ganhar o seu sustento.





Nungwi tem as melhores praias da ilha. A cor do mar é maravilhosa, a maré não recua demasiado como noutras zonas permitindo ir a banhos em qualquer altura do dia, tem vista privilegiada para o pôr-do-sol, tem também algumas cadeias conhecidas de hotéis e com isto, tem também muitos turistas, ao contrário do que sentimos nas outras 2 zonas onde estivemos.
Fomos caminhando até ao fim da praia onde sabíamos que iríamos encontrar o Baraka natural aquarium e conforme vamos caminhando vemos cada vez menos turistas e cada vez mais locais.
O Baraka aquarium é um aquário de recuperação de tartarugas marinhas que são capturadas pelas redes dos pescadores aquando da sua faina diária que depois de aqui serem recuperadas são libertadas novamente no mar. Este local tem um caracter educativo e a taxa de 10000 xelins que se paga à entrada permite ajudar a manter o local.








 

Deni

Membro Conhecido
Num dos dias que passamos em Nungwi quando estávamos na praia a espera do por do sol, fui abordada por um rapaz. Já de pé atrás julguei que se tratasse de mais um beach boy a tentar vender qualquer coisa. O Maka (assim se chamava o rapaz) perguntou-me em inglês se eu falava swali ao qual eu respondi que não. Ele disse que estava a tentar aprender a falar inglês mas que em Zanzibar era muito caro pagar um curso, então todos os dias ao final da tarde, ele vinha da sua aldeia até à zona mais turística para conversar com os turistas no sentido de poder aprender mais vocabulário. Ao longo da nossa conversa ia perguntando o significado de certas palavras que não entendia e anotava numa folha rasgada e encardida para depois no final do dia escrever no seu caderno. Uma das palavras que o Maka não sabia o significado foi a palavra "stress". Uma ilha como esta onde tudo se faz com calma, é natural não sentir stress, bem que tentamos explicar mas acho que ele acabou por não perceber muito bem do que se tratava, talvez por nunca o ter experienciado.
A história do Maka tocou-me especialmente porque apesar dos poucos recursos, eles tem uma imensa força de vontade que pode realmente fazer a diferença.
As praias de Zanzibar são realmente maravilhosas mas toda a experiência com o povo foi o que mais me marcou nesta viagem.















 

Deni

Membro Conhecido
Stone Town
Regressamos a Stone Town onde iríamos ainda ter meio-dia para podermos conhecer um pouco da cidade antes de voltarmos a entrar no avião de regresso a Portugal.
O nosso motorista deixou-nos a porta do Velho Forte e guardou-nos as nossas malas enquanto passeávamos para depois nos apanhar novamente à hora combinada e levar-nos para o aeroporto que fica a cerca de 15 minutos da cidade. Este motorista acompanhou-nos durante toda a nossa viagem. Foi ele que nos levou de Stone Town a Jambiani e a partir daí negociamos um valor para todos os outros trajectos que fizemos. Foi sempre muito pontual e super cuidadoso a conduzir. Recomendo o seu trabalho, se alguém visitar Zanzibar e tiver interesse em falar com ele posso fornecer o contacto do whatsup.
Começamos por entrar no Old Fort onde acabamos por comprar um tour com guia pela zona velha da cidade visto que não teríamos muito tempo e assim podíamos ir diretos aos principais pontos de interesse da cidade. Este tour custou-nos 40000 xelins… O facto de irmos já com um guia poupou-nos também a chatice de estarmos a ser constantemente abordados pelos papazi.
Passeando pelas ruas estreitas e labirínticas da cidade de pedra, é impossível não querer fotografar todas as suas detalhadas portas de madeira. Os seus detalhes e características tem influências árabes e indianas o que as permite distinguir e distinguia também a classe a que pertenciam os seus donos.
Deambulando pela cidade é possível observar a presença dos portugueses neste antigo porto de escravos, nomeadamente no Antigo forte e até em canhões portugueses que ainda restam como memória da nossa presença...
Esta é uma cidade que não tem uma beleza estética e é facilmente odiada por muitos dos turistas pois os seus edifícios coloniais são velhos e sujos. É no entanto uma zona com uma carregada história que pode ser apreciada em um dia completo.















Dicas finais:

Fizemos pela primeira vez consulta do viajante, essencialmente por causa da vacina da febre-amarela, mas ninguém nos pediu o certificado internacional de vacinação à chegada. Além da vacina da febre-amarela, fizemos também a vacina da febre tifoide e da hepatite A e a profilaxia da malária.

Praticamente não há multibancos fora de Stone Town. Apenas encontramos uma caixa multibanco em Paje (na estação de serviço) e esta estava sem dinheiro.
No terminal de chegadas existem 2 caixas multibanco. Usamos o Revolut para fazer um levantamento sem qualquer problema, quando fomos usar um segundo Revolut, ele foi comido pela máquina. (Pelos vistos é algo comum de acontecer por estes lados). Portanto o ideal será trazer dinheiro vivo e depois trocar em Stone Town, pois nas zonas de praia a conversão não vai ser tão favorável.
Se precisarem pagar com cartão de crédito, a maioria dos hotéis permite-o mas irá cobrar uma taxa que rondará os 5%.

Tem um visto obrigatório à chegada de 50 dólares. Se não tiverem dólares, podem pagar em € mas vão pagar os mesmos 50€ por isso não compensa.

Em todos os locais vão encontrar os preços em xelins, que é a moeda local e em dólares. No entanto, verificamos por varias vezes que se usássemos dólares seriamos sempre prejudicados (às vezes pelo dobro).

Como é uma ilha muçulmana, há que ter em atenção que pode haver alguns locais, nomeadamente hotéis, onde o consumo de álcool é proibido.

Uma vez que é um destino muito quente e onde se vai essencialmente para fazer praia, se se ficar alojado na zona este da ilha, convém escolher um hotel com piscina. É aconselhado também levar aquashoes, pois na maré baixa vão dar jeito. Nesta viagem a temperatura durante todo o dia oscilou entre os 27º e 30º, mesmo de madrugada.

Excursões que se podem fazer em Zanzibar: blue safari - com snorkel, praia e visita a um banco de areia; spice tour - onde se visitam fazendas de cultivo de várias especiarias; prision island - essencialmente para ver tartarugas gigantes provenientes das Seychelles; Dolphin tour - para nadar com golfinhos; Jozani forest – uma floresta que alberga uma espécie de macacos muito peculiar; entre outras...

As deslocações entre os vários locais foram o que tornou a viagem mais cara. Tivemos a sorte de encontrar um motorista de taxi que nos acompanhou durante todas as deslocações na ilha. Acordamos um valor e ele foi sempre cumpridor dos horários e, mais importante que tudo, era muito cuidadoso a conduzir.
 

Mel C

Moderador
Staff
Muito obrigada por esta partilha, Zânzibar sem dúvida que é muito bonito mas também adorei as fotos de Omã!
 

Ricardo_7

Membro Conhecido
Olá =D
Fui acompanhando a tua viagem pelo Instagram, mas agora tudo resumido, ficou ainda melhor! O destino diz-me muito, quem sabe daqui a uns tempos venha pedir umas dicas :D

Obrigado pela partilha e boas viagens :)
 

Deni

Membro Conhecido
Muito obrigada por esta partilha, Zânzibar sem dúvida que é muito bonito mas também adorei as fotos de Omã!
Obrigada @Mel C eu também adorei Omã e pode ser que tenha oportunidade de regressar por um periodo mais longo para ie ao deserto :)

😍 Uau!! 😍
Que destino e fotos incríveis.
Obrigada @sicpaiva é um destino que vale mesmo muito a pena.

@Ricardo_7 estas a vontade... tenho a certeza de que vais adorar. Obrigada pelas tuas palavras e boas viagens tambem para ti.
 

DaisyP

Moderador
Staff
Que belo report com fotografias maravilhosas :D
Nunca me lembrei de Zanzibar mas ficou aqui uma boa cábula!
 

PauloNev

Moderador Sénior
Staff
Muito obrigado pela partilha.
Sem duvida que foi viagem fantástica.
Zanzibar está na lista, mas só de pensar em vacinas e profilaxias acaba sempre por ficar para segundo plano.
Boas viagens ;)
 

Deni

Membro Conhecido
Muito obrigado pela partilha.
Sem duvida que foi viagem fantástica.
Zanzibar está na lista, mas só de pensar em vacinas e profilaxias acaba sempre por ficar para segundo plano.
Boas viagens ;)
@PauloNev a mim também me acontecia isso... andava a adiar por causa das vacinas todas e afinal não custou nada (alem do valor de cada uma nao ficar nada barato). Mas no fim vale a pena para conhecer estes destinos lindos.
 
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