[Report] Postais da Turquia

Tópico em 'Reports de Turquia' iniciado por Cristina Sousa a 8 Ago 2018.

  1. Cristina Sousa

    Cristina Sousa Membro Conhecido

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    (painel de uma agência de viagens em Istambul)

    Depois de há 4 anos atrás ter estado em Istambul, a paixão pela Turquia foi tomando conta de mim, e ansiava uma oportunidade para poder conhecer mais um pouco deste enorme país.

    A ideia de fazer um circuito sempre me agradou, e este ano, como não planeei as férias com grande antecedência, e depois de ver algumas alternativas, decidi apostar neste velho sonho!

    Sabendo que os circuitos são por norma cansativos, a minha ideia foi conciliar a cultura inerente ao circuito com uns dias na praia. E a Turquia, verdade seja dita, reúne todas as condições para proporcionar aos seus visitantes, as mais variadas experiências. É uma país culturalmente riquíssimo, cheio de história, com uma grande diversidade cultural, gastronómica, paisagística, e também possui locais interessantes para bons dias de descanso e relaxamento. E desde o início do ano, a lira desvalorizou bastante, pelo que a vida na Turquia revela-se relativamente barata, quer em termos de alimentação, quer de compras. Neste momento, 1 euro equivale a cerca de 5,5 liras.

    Assim, consegui conciliar 6 dias de circuito com 6 dias na praia!

    A Turquia não é um país, mas quase um continente! Considerada uma península gigante, está rodeada por vários mares - Mar Negro e Mar Mármara a norte, Mar Egeu a oeste, Mar Mediterrâneo a sul. Com 80 milhões de habitantes, a sua economia assenta em três pontos fundamentais - a agricultura, a pecuária e o turismo! Apesar da capital administrativa do país ser Ankara, é Istambul a cidade mais povoada, com cerca de 15 milhões de habitantes - 6 milhões na parte europeia e 9 milhões na parte asiática (sendo que destes, cerca de 3 milhões confluem diariamente para a parte europeia).

    O país está dividido por dois estreitos, que também dividem os dois continentes: o Estreito do Bósforo e o Estreito de Dardanelos, que dividem a parte europeia (Tracia), da parte asiática (Anatólia).

    É pois todo um mundo novo para descobrir! ;)


    a) O (meu) Circuito

    O circuito parte de Istambul e incide sobretudo na parte da Anatólia (a conhecida Ásia Menor dos livros de história). Como pretendia fazer uns dias de praia, não concluí o circuito, mas do que fiz, e foi inolvidável, recomendo vivamente! A Turquia é uma aula de história ao ar livre.

    b) Os Voos

    Os voos foram todos pela Turkish e foi a primeira vez que voei com esta companhia. Seguramente a melhor em que já voei. Bancos confortáveis, espaço suficiente para as pernas, tripulação simpática, comida aceitável, sistema de entretenimento (e, fundamental para mim), mapa com a rota do voo a funcionar ao segundo. E, mais importante do que tudo, cheguei sempre a horas! Nem sempre a descolagem foi rápida, mas aterrou sempre dentro do horário previsto! Certo que estas coisas nem sempre dependem da companhia aérea, mas muitas vezes de circunstâncias externas, mas correu super bem!
    Fiquei cliente! :rolleyes:

    c) A agência no destino

    A agência no destino foi a Marveltur e só posso dizer coisas boas. Impecáveis do primeiro ao último dia! Transfers de / para o aeroporto pontuais, carrinha do circuito confortável (16 lugares para 13 ocupantes), motorista simpático e guias 5* (um guia em Istambul e uma guia a partir de Ankara até ao final do circuito). Têm controladas todas as entradas nos vários locais que são visitados (já levam os bilhetes), os restaurantes onde se almoça ao longo do circuito, bem assim as estadas nos hotéis - nunca tivemos necessidade sequer de fazer check-in nos vários hotéis, foi só chegar e receber a chave do quarto.

    d) Os hotéis

    Os hotéis do circuito são pré-definidos, e à excepção de Istambul, tinham incluído o jantar no hotel do alojamento. Todos funcionavam em regime de bufet.
    Istambul
    Hotel Ferman Konak

    Por pedido meu, o hotel em Istambul foi um 3* (ao contrário de todos os demais, que eram 4*), uma vez que ficava localizado na zona histórica de Fathi/Sultanahmet, a minha preferida. Para além de estar no "centro" das atracções turísticas, era a zona que mais jeito dava para aceder aos locais que pretendia visitar na única manhã livre que tinha ao meu dispor.
    Fica numa rua meio escondida, mas no coração da zona antiga, com abundância de hotéis e restaurantes, a 5 minutos da Mesquita Azul. É um edifício antigo, sem elevador, com 2 andares, mas o quarto, pese embora o aspecto antiquado, tinha todas as condições - cama grande e confortável, ar condicionado, wc impecável, amenidades habituais. Existia ainda wi-fi gratuíto em todo o hotel. Fiquei aqui alojada duas noites.
    O pequeno-almoço, servido num pátio nas traseiras, era fraco. Não tinha grande variedade e quando solicitei gelo disseram..... que não tinham gelo! (os sumos eram servidos à temperatura ambiente, quando às 8 e pico da manhã já faziam quase 30º)
    Em conversa com o rapaz da recepção, mostrei-lhe a minha decepção com o pequeno-almoço no primeiro dia, e ele, desfazendo-se em desculpas, prometeu-me que no dia seguinte me levaria ao pequeno-almoço do outro hotel Ferman, a poucos metros de distância.
    E assim aconteceu, no dia seguinte fui tomar o pequeno-almoço ao rooftop do Hotel Ferman, a escassos 100 metros, e pese embora a diferença não fosse substancial (continuava a não haver gelo:oops:), a vista compensou o resto! :cool:


    Capadócia
    Hotel Perissia

    É um 4* com todas as comodidades, afastado cerca de 2/3 kms do centro de Ürgüp. Aqui fiquei alojada por duas noites.
    Quarto impecável, com ar condicionado, wi-fi, e jantar bufet incluído.
    Gostaria de ter experimentado um cave hotel, existem imensos na região, seria certamente uma experiência formidável, mas o circuito não os contempla (seria uma questão que deveriam reconsiderar).

    Pamukkale
    Hotel Hierapark Termal

    Mais um 4* com um quarto enorme (parecia um Ap. T1), amenidades no wc, ar condicionado, wi-fi disponível em todo o hotel, e livre acesso às piscinas, ao banho turco, e à piscina termal (impossível entrar dentro de água, de tão quente). Jantar bufet incluído. Tinha ainda animação nocturna junto à piscina!
     
    Última edição: 9 Ago 2018
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  2. Cristina Sousa

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    Circuito - dia 1
    (mural com as principais atracções de Istambul, mesmo em frente à entrada do hotel)

    Após ter chegado num dia à noite a Istambul, o primeiro dia estava destinado a realizar uma visita de dia inteiro à zona de Sultanahmet, com almoço incluído.
    Por volta das 8,30h, conforme combinado, vêm buscar ao hotel.

    A primeira paragem foi no Hipódromo. Apreciamos o Obelisco Egípcio, a Coluna de Constantino, a Coluna Serpentina e a Fonte Alemã.
    (obelisco egípcio)

    (coluna serpentina)


    (coluna de Constantino)


    (fonte alemã)

    Como era sexta-feira, a entrada na Mesquita Azul (que por sinal está em obras) estava vedada, por isso fomos visitar a Santa Sofia (Ayasofia), a maior obra da época bizantina, também ela em constante restauro.
    (Mesquita Azul vista dos jardins)

    (Santa Sofia)

    (interior da Santa Sofia)

    (as eternas obras...:confused:)

    (pormenor dos candelabros)
    De seguida fomos visitar uma galeria/atelier de tapetes, onde pudemos observar uma artesã a confeccionar um tapete, tendo sido explicado como eram feitos e o tempo que demoravam. E já estávamos nas imediações do Grand Bazar, onde nos foi dado tempo livre para visita/compras.
    (uma das entradas do Grand Bazar)

    (lojas cheias do chão até ao tecto :D )

    (as típicas especiarias turcas...)

    À hora marcada, e outra vez reunidos, fomos almoçar muito próximo do Arasta Bazar, por onde passamos depois de almoço a caminho do Palácio Topkapi.
    (pormenor do chão de uma das ruas do Arasta Bazar)
     
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  3. Cristina Sousa

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    No decurso, paramos para ver as Tumbas do Sultão, que, tal como nas mesquitas, obriga a tapar os ombros e cabelo e a descalçar para entrar.
    (realce para os vitrais)

    (a belíssima arquitectura)

    (todas as tumbas são tapadas com panos verdes, verde é a cor dos jardins do paraíso para os muçulmanos)
    Já apertava o calor quando entramos no Palácio Topkapi, local onde viveram e governaram os Sultões e a sua corte. É composto por vários edifícios, onde para além de se apreciar a arquitectura, podemos ver várias relíquias, a biblioteca, e os vários espaços onde viviam os familiares do Sultão e os seus criados. Em algumas salas é proibido fotografar. Há ainda a possibilidade de ir junto do miradouro apreciar a bela paisagem, pois o palácio fica na confluência do Bósforo com o Corno de Ouro.


    (a entrada principal do palácio)


    (um dos edifícios onde podemos apreciar as relíquias e as armas)


    (pormenor de uma fonte, nos jardins)



    (a parte asiática de Istambul, ao fundo)

    Terminada esta visita, terminou o city tour deste dia, pelo que o resto da tarde era livre.
    Deu para ver o típico e colorido Maya´s Corner na rua da Cisterna e visitar ainda o Museu Turbeler de Istambul.

    (casas coloridas no centro da parte histórica)

    (entrada do museu / cemitério)

    O resto do dia, foi passear pela zona mais movimentada da cidade, apreciar os pormenores, comer um gelado e aproveitar para fazer umas pequenas compras e cambiar dinheiro.
    (o olho turco sempre presente)

    (as famosas e coloridas gelatarias de Istambul)

    (Santa Sofia ao luar :rolleyes:)
     
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  4. Cristina Sousa

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    Circuito - dia 2

    A manhã era livre e já levava apontados os locais que pretendia visitar.
    Apanhei o tram na estação de Sultanahmet e saí em Eminönü, mesmo junto ao Corno de Ouro e da ponte Galata. A Mesquita Nova, mesmo em frente, estava em obras, aliás, à semelhança de muitos outros locais por Istambul.
    Comecei a caminhar em direcção à ponte do comboio, e nas imediações, comecei a subir, passando pela Istambul profunda e menos turística, onde lojas de souvenirs e artesanato são substituídas por mercearias, drogarias, e todas as lojas tradicionais que hoje em dia estão em vias de extinção. E por prédios e casas mais velhas e degradadas.
    (já quase a chegar ao destino:cool:)
    Levava o nome do local apontado, bem assim uma foto, e mesmo que os locais não entendessem inglês, foram bastante prestáveis em sinalizar a direcção correcta! Já quase no cimo do morro, chego ao Haliç Café, local pitoresco e cujo mural, que havia visto na internet me tinha ficado na retina! E eu estava lá! Não está rodeado de edifícios bonitos, não é fácil lá chegar, mas ainda assim tem uma bela vista!
    (a famosa esquina)

    (o mural:rolleyes:)

    (a vista já na descida)
    Desci até à marginal, e apanhei um táxi em direcção ao bairro de Balat. Balat fica já depois de Fener e um pouco antes de Eyüp, e é um bairro tradicional de Istambul, onde vários artistas dão asas à sua imaginação e têm várias intervenções urbanas. Para além do comércio tradicional, abundam as casa coloridas e já começa a constar dos roteiros menos conservadores da parte antiga da cidade. É sem dúvida uma Istambul diferente, mas que vale bem a pena visitar.



    (os famosos derviches)



    (nesta zona, a maioria das casas apresenta janelas salientes da fachada)


    (um adorável café)




    Ao final da manhã, e começando a chover, decidi regressar de táxi e posso dizer que se abateu um dilúvio!
    O almoço nesse dia era livre! Quando regressei ao hotel, deparei-me com mais simpáticas fachadas na zona antiga da cidade!


    Afinal Istambul é uma explosão de cores!:eek:
     
    Última edição: 9 Ago 2018
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  5. Cristina Sousa

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    Após o almoço, e já com um sol radioso e calor brutal, vêm buscar ao hotel para fazer meio dia de tour. Fomos em direcção a Eminönü, atravessamos a ponte Galata e seguimos na zona de Karaköy até Kabataş, onde embarcamos no barco que nos ia levar a fazer o cruzeiro no Bósforo. No Bósforo tem-se uma outra noção da cidade e da sua dimensão, parece que nunca mais acaba e surgem cantos e recantos só possíveis de apreciar daquele modo. Cerca de uma hora e poucos depois, regressamos ao mesmo local, e dirigimo-nos ao minibus que se encontrava estacionado um pouco à frente, paredes meias com o Vodafone Park (estádio onde joga o Beşiktaş).
    (mesquita Dolmabahçe)

    (Palácio Dolmabahçe)

    (mesquita de Ortaköy)


    (Castelo/fortaleza Rumeli)
    Fizemos depois o percurso por uma espécie de VCI, pela parte interior da cidade até chegar ao Pierre Loti, esse local já massificado, mas de onde se tem uma vista encantadora sobre os dois lados europeus de Istambul. Descemos pelo funicular e a visita terminou com o regresso à zona dos hotéis.

    (nada como apreciar a vista numa esplanada)


    (o calor apertava e a paisagem merecia - um gelado turco)


    (a descida de funicular)
    Os dias em Istambul estavam a terminar, agora iria começar uma nova aventura! Esta cidade continua no meu coração! :)
     
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  6. Cristina Sousa

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    Circuito - dia 3

    O 3º dia começou bem cedo, por volta das 5,30h já tinha o transfer à porta do hotel para me levar de novo ao aeroporto para embarcar para Ancara. Tudo rápido e tranquilo, àquela hora sem trânsito o trajecto não chega a 30 minutos; embarque e pelas 9,30h já o 777 tinha aterrado no Esenboğa Airport. A guia já nos esperava, e após recolher a bagagem fomos para a carrinha que nos iria transportar durante todo o circuito. Passamos por mais 3 hotéis para recolher os restantes companheiros de viagem e fomos ao Museu das Civilizações da Anatólia, onde pudemos observar cerâmicas, ferramentas de caça, pedras preciosas, tudo desde a época do paleolítico até à época dos hititas (ano 1.200 A.C.). Os restos do paleolítico são originárias de três cavernas (Antália, Caverna e Catai). No neolítico construíram-se as primeiras casas na Anatólia, com entrada pelo telhado, por receio dos animais e das condições climatéricas. Em 1.700 A.C. os sírios trazem as escrituras para a Anatólia, e podemos ver no museu alguns exemplares.

    (a entrada)

    (casa com entrada pelo telhado)


    (as primeiras escrituras)



    Este local foi convertido em museu em 1928 por Atatürk e recebeu o prémio de Museu da Europa em 1997.

    Depois, fomos visitar o Mausoléu de Atatürk, o fundador do estado turco, que foi construído entre 1941 e 1953. Tem uma arquitectura similar a um templo grego e o material usado foi travertino, bem parecido com mármore. O original do túmulo encontra-se debaixo do mausoléu, sendo o exposto apenas uma réplica.
    Possui ainda uns enormes jardins, onde se destacam 24 estátuas de leões, que simbolizam 24h de guarda ao mausoléu, e um museu que narra os feitos da história turca.
    E podemos também o ver os seus carros!!!

    Tivemos a sorte de poder apreciar o render da guarda, e abandonamos o local debaixo de uns insuportáveis 36º!
     
    Última edição: 9 Ago 2018
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  7. Cristina Sousa

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    Após o almoço, partimos em direcção à Capadócia, parando contudo no Lago Salgado (Tuz Gölü), um lago enorme de 1.500 kms2, formado pelo degelo (não tem qualquer contacto com o mar), onde a profundidade máxima é de cerca de metro e meio e é mais salgado que o Mar Morto, com 33% de sal. Aliás, 70% do seu sal é extraído e utilizado na vida quotidiana.
    (um lago imenso, a perder de vista)

    (pequenas poças de água)


    (escavando podemos chegar à água...)
    Caminhamos, caminhamos, e de lago (água) nada tinha! :D Apenas sal...

    Finalmente chegamos ao hotel na Capadócia (Capadócia significa Vale dos Cavalos Lindos:rolleyes:).
    Mais uma etapa terminava, e a que se avizinhava era seguramente, a mais aguardada de todo o circuito.:)
     
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  8. Cristina Sousa

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    Circuito - dia 4

    Este era o dia do voo de balão ao amanhecer. :rolleyes:
    Levava o voo reservado desde Portugal, não fosse o diabo tecê-las e não conseguir lugar no destino. A guia, no dia anterior, informou-nos da existência de 2 excursões opcionais para se fazer na Capadócia - o voo de balão e um show de música e dançar turca, onde o ponto alto seria uma dançarina de dança do ventre. Como levava o voo já reservado (só pagaria no local), não comprei nenhuma excursão opcional. Posso dizer que fiz um excelente negócio, pois economizei 36€, com a particularidade de ter ido num voo confort (cesto de máximo de 16 pessoas), quando quem comprou à guia foi num cesto de 20 (parece que não, mas faz diferença).

    Quando cheguei ao hotel, no dia anterior, tinha confirmado a minha presença na Capadócia e o hotel onde estava alojada à agência do balão, via WhatsApp, que me informou de imediato da necessidade de estar no hall do hotel às 3,30h. :mad:

    E assim foi, vieram buscar ao hotel à hora combinada, e após passar por outros hotéis para levar outras pessoas, fomos até um restaurante perto do centro de Göreme, onde fizeram a junção de todas as pessoas, onde efectuei o pagamento, foi fornecido um rápido pequeno almoço, e distribuíram os turistas pelas várias carrinhas que os levaram aos "respectivos" balões.
    A chegada ao local ainda é feita de noite, mas aos poucos vai despontando o clarear e vamos vendo o insuflar dos balões, ainda caídos no chão.

    (aqui começamos a ter noção da dimensão dos balões e a adrenalina começa a aumentar)
    Quando já estão "no ponto", viram as cestas e fazem o embarque dos turistas, distribuindo-os pelos vários "compartimentos" do balão. É então que o piloto nos explica essencialmente como devemos proceder na aterragem. E quando menos esperamos (ou talvez não), o balão descola e começamos suavemente a subir e a descobrir todo um mundo novo, que estava escondido. :rolleyes:

    Atrás das formações rochosas ao nosso redor, surgem mais e mais balões, num espectáculo único, divinal, de nos paralisar o raciocínio e deixar de boca aberta! A partir dali, só se consegue apreciar e aproveitar o momento! No more words.....




    Aqui é fácil perceber a altitude a que se chega!:eek::eek:

    Cerca de uma hora depois, aterramos!

    Após a aterragem, é hora de desembarcar, fazer um brinde com champanhe da Capadócia (sem álcool), receber o diploma e regressar ao hotel!
    (um brinde com o simpático piloto)

    (a prova do voo :D)

    Ainda são 7h da manhã, mas já vivemos uma eternidade nesse dia! :cool::cool:
     
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    Já com o grupo todo reunido, saímos em direcção a Göreme (significa cidade invisível), cidade histórica da Capadócia. A paisagem desta região é formada devido a erupções vulcânicas de atubo (cinzas) e basalto. Podem-se observar erupções verticais (chaminés) e horizontais (zonas de vales). Göreme tem esta nome devido à formação natural das rochas, umas atrás das outras. O primeiro local que fomos visitar foi o Museu ao Ar Livre de Göreme.


    Os primeiros cristãos escavaram mosteiros e igrejas rupestres aqui por questões de segurança. Pensa-se que há mais de 1500 igrejas rupestres em toda a Capadócia. Esta cidade foi declarada património da humanidade em 1985. Tivemos oportunidade de visitar várias igrejas, todas elas escavadas dentro das rochas, de entre as quais se destacam a de S. Basílio, de Sta Bárbara, etc.
    Infelizmente, lá dentro, são todas bastante pequenas e têm guarda, não sendo permitido fotografar ou filmar.





    De seguida paramos no Vale das Pombas para tirar algumas fotos.

    (o olho turco sempre presente)

    (impressionante a disposição das casas ao logo da fortaleza e do vale)
    E dirigimo-nos à cidade subterrânea de Kaymakli, construída entre os sécs. VI e X, uma das 36 existentes na região.

    Tem uma profundidade de 50 metros e 8 níveis, mas só 4 estão abertos ao público. Foi utilizada pelos cristãos como refúgio dos árabes e nos diferentes patamares, cheios de entradas e túneis, é possível ver as várias divisões - os estábulos, a igreja, a sala de reuniões, a adega, e um sistema de ventilação. Tem capacidade para 4 mil pessoas e foi aberta ao público em 1946. Quem sofre de claustrofobia ou de problemas cardíacos é aconselhado a não passar do 3º nível, pois a partir daí não existe retorno, é necessário continuar o percurso até final, sendo que os túneis são mais estreitos!



     
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    Após o almoço paramos na parte inferior do castelo de Üçhisar para tirar umas fotos.


    Assim como no vale de Göreme

    E seguimos em direcção da Vale de Pasabag, também conhecido pelas Chaminés das Fadas. A parte inferior é de tobal e a superior é em basalto e andesito.







    É uma paisagem impressionante, que nos faz pensar como a natureza foi capaz de esculpir, ao longo dos séculos, tão variadas formas!

    Finalmente paramos num local chamado de "miragem", pois as formas das rochas aparentam figuras de animais.
    (dizem que este se assemelha a uma camelo)


    Acabamos a tarde no centro de Ürgüp a fazer umas compras e a relaxar. Tinha sido um deslumbre de dia! :)

    Como referi, existia uma excursão opcional a um espectáculo nocturno, cujo ponto principal é a dança do ventre. Não fui, mas tive oportunidade de ver uma exibição de uma dançarina no hotel onde fiquei na praia. Deixo-vos aqui para se deliciarem, se for o caso! :rolleyes:


     
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    Circuito - dia 5

    Era o dia mais longo do circuito (cerca de 700 kms) e estava previsto sair cedo, pelas 7,30h, mas por força da doença de uma das italianas do grupo, saímos com mais de uma hora de atraso (o pior foi mesmo para ela, que teve de ficar no hotel e viu o seu circuito terminar por ali). :(
    Saímos em direcção à região do Mar Egeu, atravessando a Rota da Seda (que como sabem, começa na China, passa pela Mongólia, Turquemenistão, Anatólia e termina em Veneza), e a primeira paragem foi em Aksaray, para visitar a Pousada de Kervansaray do Sulthanhani.

    Construída no séc. XIII e com uma arquitectura similar à romana, pese embora a fachada seja tipicamente árabe, foi usada gratuitamente pelos comerciantes que faziam a rota e por ali passavam, uma vez que ajudavam à economia com os seus impostos. Pudemos ver as várias divisões, como a cozinha, os dormitórios, os banhos turcos. Possuía uma pequena mesquita no pátio interior, mas que se encontra actualmente em obras.




    Daqui partimos para Konya, a maior cidade turca em extensão territorial (cerca de 42 mil kms2). Tem cerca de 1 milhão e 200 mil habitantes, possui uma grande base militar ao seu redor e é considerada a cidade mais conservadora da Turquia, onde se podem ver mais mulheres a usar burca, por ex.
    Fomos então visitar o Mausoléu de Mevlana e a escola teológica dos Derviches dançantes, um edifício espantoso com as suas cúpulas e minaretes. Realce para a cúpula verde, cor verde que para os muçulmanos representa o jardim do paraíso.
    Mevlana, mestre, foi um humanista, filósofo, mestre de escola e poeta e criou o mevlanismo, uma corrente religiosa baseada na paciência e tolerância, que apenas reconhecia existir um único amor verdadeiro - o amor divino!



    Esta corrente foi adoptada pelos derviches, famosos por simbolizarem o mundo em rotação. Com a sua dança, entram num estado de meditação absoluta, e chegam à perfeição.
    Durante a época otomana este museu também foi convertido em mesquita, e em 1934 foi aberto ao público.
    (um exemplar do corão)


    (cenas da vida quotidiana dos derviches, representadas nos diversos aposentos)


    A dança dos derviches é sobejamente conhecida, e existem espectáculos um pouco por toda a Turquia (inclusive num dos dias em que estive em Istambul, andavam a distribuir panfletos para um espectáculo que ia ter lugar nesse dia na Estação Sirkeci - a do Expresso do Oriente). Não fui, mas tive oportunidade de ver uma dança no hotel onde fiquei alojada na praia, que fica aqui como exemplo:

    Após o almoço, seguimos numa longa viagem até Pamukkale, onde chegamos ao entardecer.


     
    Última edição: 10 Ago 2018
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  12. Cristina Sousa

    Cristina Sousa Membro Conhecido

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    Circuito - dia 6

    Este dia seria uma aula de história a céu aberto, debaixo de um calor estonteante!

    Saímos cedo para visitar os famosos castelos de algodão.
    Aproveitando que o calor ainda não apertava, começamos por subir até ao (anfi)teatro de Hierápolis (hiera = sagrado), muito bem conservado, com uma capacidade para 10 mil pessoas! Destaque para a fachada, um belo exemplar cheio de altos relevos, com os seus sete pórticos e duas estátuas gigantescas.
    (entrada com torniquetes e controle de bagagem em rx - uma constante em todos os locais por onde passamos)





    Seguimos depois para a visita às cascatas petrificadas e fontes termais de origem calcária. Durante a época clássica, foram utilizadas como banhos para os romanos e muitos peregrinos usavam-nas como remédio para as suas doenças.




    Infelizmente, por força da acção humana e da construção desenfreada de hotéis termais, as piscinas naturais encontram-se secas, já que durante muitos anos as águas foram sendo desviadas!



    As piscinas por onde caminhamos agora são artificiais, existindo hoje em dia um compromisso entre várias entidades no sentido de se conseguir preservar o local, que é património da humanidade.

    Depois fomos conhecer e passear na Necrópolis, onde se podem encontrar tumbas, sarcógrafos, túmulos, com os restos mortais de muitos dos doentes que não conseguiram resistir às suas maleitas.





    Saímos deste local ao final da manhã, quando chegavam "resmas" de camionetas carregadas de turistas e debaixo de um sol abrasador.
    Dirigimo-nos então para a zona de Ephesus (Selçuk), onde almoçamos.
     
    Última edição: 9 Ago 2018
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  13. Cristina Sousa

    Cristina Sousa Membro Conhecido

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    Ao início da tarde, fomos a Meryemana, para visitar a Casa da Virgem Maria. É um local de culto para católicos, mas também para os turcos, cuja população é (95%) muçulmana - existe um capítulo do corão exclusivamente dedicado à Virgem Maria. Este local já foi visitado por vários papas, sendo por isso reconhecidamente um local católico, com um constante fluxo de peregrinos.


    Dentro da casa não se pode fotografar, mas podemos ver na capela o busto da Virgem. No exterior existem 3 fontes de água, que se diz benta, e com poderes de cura. Diz-se também que cada uma dessas fontes tem poderes em assuntos de saúde, dinheiro e amor. Pelo sim, pelo não, enchemos garrafas com água de cada uma das fontes.....:rolleyes:

    Ao lado existe ainda um muro dos desejos, onde os peregrinos deixam os seus pedidos e mensagens.

    Daqui saímos até Ephesus (Selçuk), a maior cidade greco-romana do mundo a seguir a Pompeia, e património da humidade!

    Destaque para o Templo de Artemisa (uma das sete maravilhas do mundo antigo), o Odeón (usado como sala de concertos), as termas romanas, os palacetes, a via pública, o teatro (cujos oito primeiros níveis são os originais) e a biblioteca de Celso, a terceira maior do mundo clássico depois de Alexandria e Pérgamo. É das mais fotografadas do mundo e considerada a que está em melhor estado de conservação. Com uma fachada em mármore, é o mais emblemático edifício das ruínas de Ephesus.
    (teatro Odeón)

    (Templo de Artemisa)

    (Rua dos Curetes, que ligava a parte administrativa e política à parte pública)

    (Fonte de Trajano - homenagem ao imperador Trajano)

    (Templo de Adriano - homenagem ao imperador Adriano)

    (biblioteca de Celsus)


    (porta de entrada no mercado público)

    (Grande Teatro)

    Ao final da tarde rumamos a Kuşadası e aqui terminou o meu circuito!
    Confesso que foi das viagens mais bonitas que já fiz e que mais me enriqueceu culturalmente.

    A partir deste momento, começam as minhas férias de praia e resort.... (ou talvez não!) :rolleyes::rolleyes::D:D
     
    Última edição: 9 Ago 2018
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  14. Cristina Sousa

    Cristina Sousa Membro Conhecido

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    Circuito - dias 7 a 12

    Hotel Richmond Ephesus (Kuşadası)
    Este hotel/resort fica a cerca de 12 kms da cidade de Kuşadası e a cerca de 10 kms de Ephesus, portanto a meio caminho entre ambas.
    É um típico hotel de praia, com sistema tudo incluído, e principalmente direccionado para turcos e russos.
    Para melhor ficarem a conhecer o resort e a praia, deixo estes vídeos.


    Foi a primeira vez que num resort de praia, apanhei um quarto sem varanda e com alcatifa no chão! É um conceito diferente das caraíbas, aqui o turismo de praia ainda tem algo a aprender com o caribe! O serviço de limpeza funcionou sempre bem, sendo que neste bloco era efectuado ao início da tarde (há que começar por algum lado e, consequentemente, acabar por outro).

    O bufet era amplo e tinha também mesas nas varandas, local aliás onde existiam os grelhados na hora! De notar que no bufet as mesas eram corridas, ou seja, eram mesas compridas onde todos se iam sentando e misturando com os demais hóspedes. Já os funcionários eram tão eficientes que, se nenhum pertence nosso fosse deixado no lugar, era muito provável que quando fossemos buscar alguma coisa, no regresso a mesa já estivesse limpa, e quiçá, outros hóspedes sentados na nossa cadeira! :rolleyes: (sim, aconteceu nas primeiras vezes! :D)

    A alimentação era farta, variada, sempre com funcionários a ver se faltava algo, e tinha boa qualidade. Mas não esperem encontrar sumos naturais ou frutas tropicais porque não existem. Nem esperem encontrar marisco como nas Caraíbas, também não há.
    Para quem tem receio da comida turca, por ser um pouco mais condimentada, posso dizer que havia sempre comida mais parecida com a nossa. Ora espreitem!


    Todos os dias entre as 16h e as 17h eram servidos gelados no jardim, a meio caminho entre as piscinas e a praia. :rolleyes:

    De qualquer forma, e pese embora tenha falhas e existam alguns pontos específicos em que pode melhorar (a limpeza da beira-mar e da praia é seguramente uma delas), tem todas as condições para ser um excelente local de descanso, já que o tempo nesta altura é maravilhoso - só para se ter uma ideia, das 11h às 17h é impossível caminhar na areia sem chinelos, queima mesmo!

    À noite existe animação num anfiteatro, têm shows variados:




     
    Última edição: 10 Ago 2018
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  15. Cristina Sousa

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    Visita a Kuşadası - manhã do dia 9

    E ao 9º dia :p decidi visitar a cidade de Kuşadası (significa Ilha dos Pássaros), afinal estava mesmo ali ao lado. Ao tentar saber como poderia arranjar um táxi junto do hotel, foi-me dito que podia apanhar uma carrinha na paragem de autocarro que tem mesmo junto à entrada do hotel, na estrada. Que eram frequentes, de 20 em 20 minutos.
    Assim fiz, e de facto, lá apareceu uma "van" na "carretera" :D que em 15 ou 20 minutos me deixou no centro de Kuşadası, uma cidade portuária já de média dimensão.
    Daí até à parte marginal foi um tirinho, e deu para apreciar as ruas e o comércio que àquela hora da manhã já despontava.


    Um dos locais a visitar era a Ilha/Fortaleza, pelo que foi o primeiro local onde me dirigi.








    Daqui segui até à zona do porto, apreciando os recantos que iam surgindo. O calor já era muito.



    Ao longo da marginal vamos tendo uma perspectiva da parte elevada da cidade, e salta à vista o colorido das casas cimeiras.
     
    Última edição: 9 Ago 2018
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  16. Cristina Sousa

    Cristina Sousa Membro Conhecido

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    Sempre com jardins e adornos, a cidade estende-se e vive muito da sua marginal. À noite deve assemelhar-se a Albufeira, tal a quantidade de restaurantes e bares que tem na sua marginal, bem assim lojas, com tabuletas iluminadas! De dia, é o mar que mais ordena!




    E tem algumas pequenas praias, já cheias de turistas e locais. A mais famosa é a Lady´s Beach, mas ainda ficava um pouco longe e por isso não fui.

    Ao final da manhã, e já com um sol abrasador, foi hora de comprar uns pequenos "recuerdos" e regressar à base, fotografando o que aparecia pelo caminho.



    As carrinhas que fazem o percurso Ephesus - Kuşadası são um óptimo meio de transporte, e permitem o contacto e a vivência com os locais, pese embora a grande dificuldade que todos apresentem em falar inglês. Pelo sim pelo não, levei um papel com o nome de Kuşadası de um lado e o nome do hotel do outro, não fosse ninguém me perceber.... :rolleyes:
     
    Última edição: 9 Ago 2018
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  17. Cristina Sousa

    Cristina Sousa Membro Conhecido

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    As férias não iriam terminar sem dar um saltinho a uma ilha grega ali mesmo ao lado, a 1h 30m de ferry, mas isso ficará para o próximo report.
    Da Turquia só consigo dizer coisas boas! :)
    Povo simpático, amistoso (um pouco interesseiro também :p ou não fossem comerciantes natos), uma cultura milenar, muitas vezes a céu aberto e ao virar da esquina, cidades espantosas e um mar imenso, com o turismo em fase de retoma!
    Todos os turcos com quem falei se queixaram da quebra do turismo nos últimos anos, por força dos atentados, mas têm esperança na recuperação. Neste momento a segurança é prioridade nacional.
    Para todos aqueles que têm receio do destino, de não ser seguro, só posso dizer: Desenganem-se, é tão ou mais seguro circular na Turquia do que por cá!
    Fazem controlo de bagagem em todos os locais / monumentos / atracções turísticas. Os mais importantes têm polícia à porta. Nas cidades, não se vê força musculada em grande dimensão, se compararmos por ex, como cidades tipo Bruxelas. Mas eles "andem aí", à paisana, e a controlar. Vão sem medos!

    Este report já vai longo, muito longo, o sol já se está a pôr na praia do hotel.

    Está quase na hora de irem dormir.:rolleyes:
    Deixo-vos com a música "de embalar" os miúdos no Richmond.. :D

    Espero que tenham gostado dos meus postais de férias!! :cool:
     
    Editado por um moderador: 15 Ago 2018
  18. Paulo Leite

    Paulo Leite Coordenador Membro do Staff

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    Bom dia @Cristina Sousa ,

    Tirando ali 1 unha mal pintada... nada a declarar...:rolleyes:

    O teu desejo é 1 ordem (seja lá isso o que for)...

    Obrigado pela partilha, confesso que fiquei apaixonado pelos balões...

    Parabéns.. e já sabes... sábado no sitio do costume... :cool:
     
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  19. Rodrigo Ferreira

    Rodrigo Ferreira Moderador Membro do Staff

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    Que belo report @Cristina Sousa

    É bom saber que a segurança tem sido reforçada e que a Turquia volte a ser um país tranquilo para os turistas!
    Esse tem sido o ponto que não me tem levado a escolher a Turquia como destino de férias!

    Obrigado!
     
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  20. PauloNev

    PauloNev Moderador Sénior Membro do Staff

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    Muito obrigado pela partilha.
    Não sei porque, mas fiquei com uma enorme vontade de visitar a Turquia... ;)
    Mais um fantástico report, cheio de pormenores fascinantes, e estou como o Pl o passeio de balão ficou na retina.
    Como já é habitual belas fotos, e ai está uma grande ideia para umas férias de verão, misturadas com cultura.
    Boas viagens ;)
     
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